Ministério da Comunicação Social
Saúde

Estudantes de medicina alinham no combate ao COVID-19


Pelo menos 28 estudantes de medicina da Universidade Agostinho Neto (UAN), do 3º ao 6º ano de formação, foram capacitados segunda-feira, 23 de Março, em Luanda, sobre as características agressivas do Coronavírus (COVID-19) sobre as pessoas e as formas de prevenção da doença.



A acção formativa foi promovida pelo Ministério da Comunicação Social, com o propósito de habilitar os futuros profissionais de saúde sobre o domínio das técnicas convencionais para “travar” o alastramento da pandemia ao nível do país.



O secretário de Estado da Comunicação Social, Celso Malavoloneke, disse na ocasião que a situação exige das autoridades do país medidas consentâneas que passam pela sensibilização das populações sobre os cuidados a ter no dia-a-dia para evitar o contágio.



Notou que as famílias começam a manifestar um sentimento de medo e ansiedade em relação ao COVID-19, face ao volume de informação negativa veiculada nas redes sociais, daí a necessidade de se contrapor as mentiras com demonstrações científicas e acções práticas virada para à educação sanitária.



Malavoloneke, que representou no acto o titular da pasta da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, apelou aos futuros médicos a pautarem pelo patriotismo e sentido de entrega, para travar o alastramento da doença.



O presidente da Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina da UAN, Madeco Baltazar Pipa, disse que a formação foi bastante valiosa, porquanto os participantes saíram capacitados para transmitir a informação recebida a outros estudantes e a comunidade em si, usando as tecnologias de informação e comunicação para o combate a pandemia.



Os formandos consideraram pertinente a informação passada pelo docente universitário e inspetor-geral do Ministério da Saúde, Miguel Oliveira, sobre o comportamento do COVID-19, ao mesmo tempo que manifestaram-se disponíveis em aplicar os conhecimentos obtidos.



Sublinharam a necessidade de sensibilização das comunidades nas zonas recônditas do país, por via de cartazes, comunicação porta-a-porta e peças teatrais que retratam a importância do cumprimento das normas emanadas pelas autoridades sanitárias.



Na opinião do “grupo”, o êxito da campanha nas zonas rurais passará pelo envolvimento das autoridades administrativas, tradicionais e religiosas locais, devido à consideração que as populações têm por aquelas.